CPI do Grampo tem medo de grampo

Vasconcelo Quadros
Do Jornal do Brasil

Criada para investigar a farra da espionagem eletrônica, a CPI do Grampo começou, ontem, em clima de paranóia, com alguns de seus integrantes suspeitando que tenham se transformado em alvos do famigerado monitoramento clandestino. Um deles é o deputado Simão Sessim (PP-RJ), primo do bicheiro Anízio Abraão, que levantou a hipótese de uma retaliação da rede de arapongas por causa dos trabalhos da CPI e chegou a perguntar se os telefones de todos os deputados já não estariam grampeados.

Sessim contou que ontem, antes de seguir para a sessão da CPI, um famoso advogado brasiliense recusou-se a responder a ele uma consulta por telefone alegando que nada poderia falar sobre o assunto por telefone.

– Espero que a CPI impeça esse terrorismo. Ninguém sabe mais se atende ou não o telefone – disse o deputado.

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