Cotas: Família não tem como pagar advogado

Suzana Beckman
De O IMPARCIAL

Não há ainda como prever que fim terá o drama da candidata Ana Caroline Ribeiro Fonseca. Há uma semana, Caroline tenta reverter o veredicto da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) que deu à sua irmã, Ana Paula, mas não a ela o direito de disputar as provas do vestibular 2008 como cotista negra. Ontem à tarde, as duas tentaram recorrer à Justiça, mas ainda não obtiveram sucesso por falta de condições financeiras para pagar um advogado.

Ainda assim, Caroline e a mãe Dulcinéia Maria Fonseca foram ao Ministério Público Federal, onde formalizaram denúncia contra a Universidade. Entrar com um mandado de segurança é a única solução para que a UFMA acrescente o nome de Ana Paula ao universo de cotistas negros ou pelo menos justifique os motivos que a levaram a deslocar a candidata para a categoria universal.
 
Enquanto isso, a Comissão de Validação de apoio à universidade ainda não conseguiu identificar qual teria sido o examinador responsável pela entrevista de Caroline. Ontem pela manhã, a estudante chegou a ser chamada pela comissão para uma reunião com os examinadores. Ela foi apresentada a um grupo de integrantes da comissão, mas não conseguiu reconhecer dentre eles aquele que teria feito a sua entrevista.

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