Planalto – A hora e a vez da “candidata” Dilma

Gustavo Krieger
Do Correio Braziliense

O movimento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em favor da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, provocou uma imediata retração entre os outros petistas considerados potenciais candidatos à sucessão em 2010. Na segunda-feira, Lula anunciou que levará a ministra à tiracolo em uma série de viagens para lançamento de obras nas regiões mais pobres do país. É uma tentativa de aumentar a visibilidade de Dilma e ver se ela melhora sua posição nas pesquisas de opinião. É o primeiro sinal público de uma preferência que o presidente demonstrou reservadamente nos últimos dias, ao dizer que pretendia eleger uma “sucessora”.

O sinal mais evidente veio do ministro da Justiça, Tarso Genro. Ainda na segunda-feira, em um evento no Rio de Janeiro, ele disse que não é presidenciável. “Peço aos companheiros que não veiculem meu nome porque isso só atrapalha o meu trabalho como ministro da Justiça”, disse. A declaração deve ser vista com cautela. Tarso não desistiu de seus projetos presidenciais. Mas ele é realista. Sabe que só tem chances se for o escolhido de Lula. E o melhor caminho para buscar esse apoio é demonstrar alinhamento com o chefe.

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