A agonia do Partido Verde

Aziz Filho
De IstoÉ

Brasília – “Meu partido é um coração partido e as ilusões estão todas perdidas.” Quando Cazuza e Roberto Frejat lançaram Ideologia, em 1988, a democracia e o Partido Verde, este então com dois anos, engatinhavam no Brasil. O tempo passou, ideologias se esgarçaram e, quando o mundo percebeu que a temperatura estava quente demais, o discurso verde triunfou. Mas o PV, não. Ainda engatinha, em uma crise existencial.

Com 14 deputados, acomoda desde o ex-guerrilheiro Fernando Gabeira (RJ) a José Sarney Filho, da mais longa dinastia política do Maranhão, e o folclórico Edigar Mão Branca (BA), famoso só por usar chapéu de couro no plenário. Virou quase uma legenda de aluguel. Não bastasse isso para desnortear a atrofiada militância, o PV descuidou tanto das aparências que está sob a ameaça de perder, por irregularidades, sua participação no Fundo Partidário.

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