Pai e madrasta de Isabella alteraram cena do crime

São Paulo — No inquérito sobre a morte de Isabella Nardoni, 5 anos, consta que as 12 manchas de sangue encontradas no interior do apartamento de Alexandre Nardoni, 29 anos, e Anna Carolina Jatobá, 24, foram retiradas do chão com detergente antes de a garota ser jogada pela janela. Os peritos do Instituto de Criminalística (IC) chegaram à conclusão que a ocultação de provas começou ainda na noite do crime, depois de cronometrar a seqüência de cenas que começou dentro do carro do casal suspeito e terminou com a garota caída no jardim, durante a reconstituição feita no domingo passado.

Os peritos concluíram que as manchas foram removidas antes de Isabella ser jogada porque Alexandre e Anna Carolina desceram do apartamento tão logo o porteiro do Edifício London ouviu o barulho do corpo da criança caindo no chão. “Não daria tempo de alguém limpar 12 manchas de sangue no intervalo entre a queda da menina e a chegada do casal ao playground”, ressalta uma perita que não quis se identificar. No relatório de 43 páginas assinado pela delegada Renata Helena Pontes, consta que Anna Carolina teria limpado as manchas do chão enquanto Alexandre cortava a tela de proteção e providenciava a simulação para a polícia acreditar que uma terceira pessoa havia entrado no apartamento. (Ullisses Campbell, do Correio Braziliense)

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