Barros lê diálogos e pede abertura de processo

O deputado Max Barros, da tribuna, mostrou um laudo do Instituto de Criminalística da PF na qual provaria que houve fraude em lictações no estado. E leu um diálogo, segundo ele, travado entre o parente do governador e um representante da Gautama. Na conversa, um interlocutor, que, segundo ele, seria parente do governador, cita que “amanhã ou depois ele vai para Argentina”.

Barros diz que quem viajaria era o governador Jackson Lago. “Dizer que não há vínculo entre o governador e seus parentes e que isso não deve ser objeto de análise, pelo amor de Deus!”, comentou. E ponderou: “Nem esses diálogos provam que ele é culpado, mas são indícios fortes que ele tem que se defender no Superior Tribunal de Justiça”, disse.

Outros trechos

– Não quero dizer que o governador é isso que o MP está dizendo. Quero que ele se defenda no Superior Tibunal de Justiça (STJ).

– Se nós não fizermos isso, estaremos deixando governador com esssa pecha e essa dúvida durante todo seu governo.

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