Graciete Lisboa segura-se como pode na AL

Brasília – A deputada estadual Graciete Lisboa (PSDB) é uma parlamentar “subjúdice”. Cassada no início de novembro, ela consegue manter-se na Assembléia por um embargo de declaração que protocolou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no início de outubro. Ele lhe dá o direito de exercer o mandato mesmo tendo sido cassada por unanimidade.

Para tirar-lhe do cargo, o TSE entendeu que ela recebeu um “empurrãozinho” do ex-marido, Raimundo Nonato Lisboa, prefeito de Bacabal, para se eleger em 2006. Na época, ele teria colocado a máquina da prefeitura em favor da mulher, inclusive liberando servidores para ajudarem em sua campanha. Ela nega.

Quem motivou a cassação da tucana foi o ex-vice-governador e suplente de deputado, Jura Filho. O relator do processo, Eros Grau, defendeu na ocasião do julgamento que  “não há dúvida que a ação do prefeito configuram conduta ilícita”. Seu voto foi acompanhado por todos os ministro do TSE. Segundo o TSE informou ao Blog, não há prazo para que o embargo da deputado seja apreciado.

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